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PARCEIRAS INFALÍVEIS : A LEITURA E A ESCRITA, por Doralice Araújo


 Apenas um alô!

Hoje o meu dia é cheio de afazeres, leitor. À noite retornarei com uma nova postagem.

Observação - O relógio marca 21h10, prezado leitor. Não farei a densa postagem. Estou bem chateada. Um ladrão roubou todo o dinheio que recebi, depois de trabalhar o dia inteirinho no meu curso de redação. Perdi o pique.

Até a próxima!



Escrito por Doralice Araújo às 05h09
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Um retrato nacional da vilania política

A charge do Benett (Gazeta do Povo, 12 de maio) é muito inteligente. O meu amigo cartunista está cada vez mais apurando a sua percepção social e mapeando os bastidores da política estadual e nacional com traços e humor objetivo, bem certeiro. É o meu chargista preferido. Sabe por quê? É audaz, franco e expressa as aflições da existência, além de não fazer salameleques para ninguém. Eu vejo com extrema atenção diária as tirinhas e as charges que ele desenha e compartilha, inclusive na Folha de S.Paulo; meus alunos, especialmente os vestibulandos, são aconselhados por mim a segui-las com fervor franciscano. O motivo? Apareceram nos vestibulares da Universidade Federal do Paraná. São desenhos, portanto, imperdíveis.

Os leitores paraenses até rirão com gosto, emboar tardio, da charge; a Assembleia Legislativa do Pará, semelhante aos feitos da Assembleia Legislativa do Paraná muito tem do que se envergonhar; as vilanias são constantes. Eu, há muito, não reelejo político algum, porque lhes outorgar mais poder, além do que receberam em uma gestão, é bondade demais de um eleitor incauto. Com o poder nas mãos eles atacam os cofres públicos, fazem piadinha dos reclamos dos necessitados e formam esse conjunto de fatos vergonhosos que tanto empobrecem a ação política respaldada na ética.

Examino com olhar de lince as pretensões políticas de um vereador, deputado, senador, prefeito, governador e presidente. Jamais ofereço meu voto para reeleger alguém. O leitor pode até discordar, mas eu nem concordo com a remuneração paga aos políticos. Por mim eles estão na câmara, assembleia e congresso porque assim esboçaram o desejo. Tinham um emprego? Um ganho? Pois que o governo lhes pague o salário anterior. Sem a polpuda quantia que tanto onera nossos cofres públicos seria possível empreender as soluções aos problemas regionais, mas qual... não guardo ilusões, pois sei que a malandragem política é histórica. Sem ética e intenções de bem-estar coletivo eles arranjarão um modo de fazer uma boquinha aqui e ali, tal e qual indica a charge do Benett.

Não deixe de acompanhar http://namiradoleitor.blogspot.com , o meu outro blog; interaja com ele, também! Basta passar o cursor em cima do endereço indicado.

Até a próxima!



Escrito por Doralice Araújo às 12h34
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          Blogar é um verbo diletante

Eu blogo com regularidade prazerosa, assim como leio, cumprimento amigos, acolho novas ideias e intermedio o aprimoramento da leitura e da escrita dos que procuram o meu curso de redação. Creio que explico com muita facilidade a verdadeira agonia que sinto ao não poder escrever e ver editadas as postagens no http://namiradoleitor.blogspot.com, a página que mantenho, sob as facilitadoras ferramentas do Blogger.

Creio que sairemos ganhando com o meu retorno ao Parceiras Infalíveis: a Leitura e a Escrita, aqui no UOL. Eu, pela alternativa de escrita e você, meu caro, pela continuidade da conversa, sem interrupções decorrentes de bug. De um lado e de outro a interação soberana é o  nosso melhor prêmio. Interaja comigo. Quero saber se o prazer é recíproco.

Até a próxima!



Escrito por Doralice Araújo às 10h00
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O retorno de quem já foi um dia...

A ideia de endereço único para um blog é boa, mas ela nos torna reféns de um sistema de edição. Foi o que aconteceu comigo e com milhares, talvez milhões de blogueiros. Eu mantenho o Na Mira do Leitor, no Blogger; é um excelente sistema que permite ao interessado uma série de possibilidades, mas ele está  desde ontem com demorada manutenção, o que inviabiliza o curso natural de quem bloga por prazer e costume de escrever na internet.

 A atualização do Parceiras Infalíveis: A leitura e a Escrita é, portanto, uma excelente alternativa. Pode contar, caro leitor, as postagens regulares retornaram. Alimentarei as duas páginas, assim, escrever na internet será mais fácil, sobretudo sem a sensação de limitação blogueira.

Eu sempre encontrei aqui enorme dificuldade para editar links e imagens; levarei um tempo para aprimorar as minhas habilidades com a dupla de ações importantes na edição de uma página blogueira. Tenha paciência, caro leitor. É uma questão de treino e boa orientação.

Até a próxima!



Escrito por Doralice Araújo às 09h09
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Concentração em endereço único; siga-me

Decidi que as minhas postagens ficarão concentradas em endereço único. Tenho repartido o meu tempo em temáticas variadas em endereços diversos, uma tendência costumeira na web, mas a partir de hoje os que interagem comigo  deverão buscar o endereço indicado ao final do texto, também disponível na série de links, à esquerda da tela. 

 

As razões são producentes: variedade de informes, mesma temática, acesso indistinto e sem exigência de cadastro, interação imediata  aos que interagem comigo. A economia de tempo e um sistema ágil de postagem assinalará a minha passagem pela blogosfera.

 

Adotarei o nome da página, anteriormente ativa no portal da Rede Paranaense de Comunicação; o projeto do Na Mira do Leitor seguirá fortalecido-  e,  você, a sua leitura e interação, prezado leitor, continuarão sendo fundamentais à manutenção diária do blog.

 

Esta página ficará ativa durante 30 dias e, depois, será encerrada, o que écompreensível, concorda comigo?

 

Meu novo endereço: http://namiradoleitor.blogspot.com

Até lá! 



Escrito por Doralice Araújo às 07h30
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Atrair talentos à educação

Os temas educacionais deveriam fazer parte diária da pauta dos jornais e do noticiário em geral. Eu adoro quando abro um veículo de comunicação, seja na forma de impresso ou digital, e encontro uma reportagem ou nota esclarecedora sobre a educação e os seus desdobramentos temáticos. Foi o que encontrei hoje em  O valor da educação,  um dos editoriais na Folha de S.Paulo.

 

É indiscutivel a necessidade de atrair talentos à educação pública, ou seja, fazer com que o profissional de educação opte em passar seus dias na lida com as crianças e jovens que dependem unicamente da escola do governo para ascender na vida em todos os sentidos, mas há outro empenho correlato, infelizmente negligenciado: atrair talentos ao magistério.

 "País precisa pagar mais e atrair talentos para o ensino público, mas seis Estados descumprem piso salarial do professor " - Editorial, FSP, 18 de março de 2010

 

Ao longo dos últimos dez anos encontrei apenas três alunos, participantes do meu curso de redação, empenhados em trabalhar com o ensino. A maioria já chega com as escolhas feitas em direção às carreiras tradicionalmente bem credibilizadas, tal como a medicina, as engenharias e outras em franca ascensão. A opção pelo magistério é uma surpresa esperada e sempre frustrada. 

 

(http://blog.moadesenhos.com.br/up/d/da/blog.dana.com.br/img/JC_Escolas_Pu__blicas_.jpg)

 

Compartilho com você, prezado leitor, algumas perguntas que ficam martelando a minha cabeça diante do que leio e presencio; acompanhe-as, mas antes atente ao excerto reproduzido abaixo:

 

"Lei sancionada em 2008 fixou um piso salarial nacional para docentes, hoje no valor de R$ 1.024,67 (inferior até à renda média do Brasil, R$ 1.117,95). No entanto, seis Estados (GO, TO, RO, CE, PE e RS) ainda pagam salários aquém disso. Sobre as escolas municipais não há dados, mas se presume que a situação seja ainda mais grave.
A educação brasileira não sairá do buraco em que se encontra enquanto a sociedade e os governantes por ela eleitos não se convencerem de que ser professor não é sacerdócio, mas profissão absolutamente estratégica para o desenvolvimento do país."-
Editorial,FSP, 18 de março de 2010

 

>O que leva um jovem estudante a optar pela carreira do magistério? 

> O que faz com que ele permaneça no quadro da rede escolar pública?

> Quais os atrativos oferecidos pela carreira docente nas escolas públicas?

> Há uma correlação entre a escolha profissional e a história de vida do profissional de educação?

> O que faz uma escola particular para manter grandes talentos no quadro de docentes?

>Quanto deve ganhar um profissional de educação? Quem determina o valor da hora de atividade em sala de aula?

>Por que os seis estados, indicados no editorial da FSP, não pagam o piso regulamentado ao profissional do ensino?

> Quanto a prefeitura da cidade onde você reside paga aos professores dos quatro primeiros anos escolares?

 

As respostas às questões acima ajudariam muita gente e entender as razões pelo desinteresse juvenil à carreira docente, assim como a migração dos professores da rede pública às escolas particulares - ou à mudança de área profissional, uma vez do que jeito que está um professor bem formado e disposto a trabalhar no magistério, especialmente público será  muito raro.

 

Até a próxima!



Escrito por Doralice Araújo às 06h37
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A saudade do Glauco na mira dos cartunistas

Bom dia, prezado leitor!

Fiz uma busca e encontrei na internet algumas homenagens dos cartunistas ao Glauco-  assassinado violentamente na madrugada do dia 12 de março. Trago hoje a dupla formada pelo Biratan e JBosco, meus conterrâneos nortistas que esbanjam talento, humor e fazem do cartunismo a ferramenta da crítica, da interação e, sobretudo, da arte ilustrativa antenada aos fatos do cotidiano. Eles representam vivamente os sentimentos dos que conheciam e se esbaldavam com as peripécias dos personagens emblemáticos do cartunista, criador do Geraldão, entre outros personagens inesquecíveis. 

 

 

O tresloucado assassino do cartunista já foi preso; é o que contam os jornais de hoje. Ele está em cela especial, porque qualquer um tem vontade de dar uns tabefes, umas cacholetadas bem apuradas nesse doente e dependente das drogas. Ai, meu Deus! Tomara que o tema da dependência  venha na rabeira da falta que sentimos do Glauco vivinho da silva, na página mais divertida da Folha de S.Paulo. A hora de refletir sobre os dois lados da questão é oportuna.

  

Não há quem fique indiferente ao ocorrido, você concorda comigo? Vale certamente pensar nas contingências da violência, nas medidas preventivas e não deixar que a justiça travestida de concessividade extrema à dependência das drogas advogue em direção à impunidade. O assunto não pode esfriar.

 

Até a próxima!

 



Escrito por Doralice Araújo às 07h25
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Repasse de verbas à educação pública

Não sei se você sabe, prezado leitor, mas anualmente todas as escolas públicas que participam do censo escolar promovido pelo MEC auferem a condição para que o governo federal possa calcular o repasse de verbas. É  assim que os municípios brasileiros recebem o montante correspondente, o que significa mais dinheiro no cofre público municipal, desde que o número de estudantes matriculados seja notificado ao ministério.

 

Há, inclusive, um repasse do Programa Dinheiro Direto na Escola. A merenda escolar e a viabilização do transporte dos estudantes nas escolas da zona rural são custeados com essa verba. Não deveríamos encontrar problemas, não é mesmo?

 

"O PDDE consiste na assistência financeira às escolas públicas da educação básica das redes estaduais, municipais e do Distrito Federal e às escolas privadas de educação especial mantidas por entidades sem fins lucrativos. O objetivo desses recursos é a melhoria da infraestrutura física e pedagógica, o reforço da autogestão escolar e a elevação dos índices de desempenho da educação básica. Os recursos do programa são transferidos de acordo com o número de alunos, de acordo com o censo escolar do ano anterior ao do repasse."( Site do  MEC)

  

As perguntas abaixo ainda estão sem as respostas, mas se respondidas elas nos ajudarão a entender alguns porquês; veja se concorda comigo:

1- Você sabe quantos alunos existem na rede pública brasileira?

2- Quantas crianças e jovens estão matriculados no Estado onde você reside?

3- Conhece o número de crianças matriculadas no seu município?

4- Sabe quanto o governo federal repassa financeiramente às escolas do seu município?

 

Fico pensando nessas questões quando passo em frente de uma escola  e observo o  ar descuidado-  quase de abandono - do prédio que mantém crianças e jovens estudando, sob as expensas da educação pública. A minha preocupação não é apenas com a aparência interna e externa da edificação, mas também com a rotina escolar, a remuneração dos professores, as condições de trabalho do pessoal técnico e administrativo, da segurança da comunidade escolar, da manutenção da biblioteca ou sala de leitura, da conservação da área de recreio, com a merenda escolar, entre outros aspectos de articulada importância. 

 "No último dia 9 de março, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) transferiu R$ 3.538.953,63 para 13 municípios que celebraram convênios com a autarquia para aquisição de ônibus escolar por meio do programa Caminho da Escola. O objetivo do Caminho da Escola é garantir segurança e qualidade ao transporte dos estudantes e contribuir para a redução da evasão escolar, ampliando, por meio do transporte diário, o acesso e a permanência na escola dos estudantes matriculados na educação básica da zona rural das redes estaduais e municipais. O governo federal, por meio do FNDE e em parceria com o Inmetro, oferece um veículo com especificações exclusivas, próprias para o transporte de estudantes, e adequado às condições de trafegabilidade das vias (estradas e rios) da zona rural brasileira. O programa consiste na aquisição, por meio de pregão eletrônico para registro de preços realizado pelo FNDE, desses veículos."(Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação, MEC)

Nas escolas particulares a oxigenação financeira advinda com as taxas de matrícula e mensalidades  pagas pelos responsáveis ali matriculados é visível. Edificações bem conservadas, acervo da biblioteca permanentemente atualizado e aparente eficiência no funcionamento da instituição. Que tal arriscar um motivo para que a diferença entre as escolas  públicas e particulares seja tão evidente, prezado leitor.

 

No período de férias escolares as particulares mobilizam operários para os reparos necessários, enquanto as públicas fecham os portões. O mais engraçado é que assim que o calendário escolar assinala o recomeço das aulas surgem os problemas: faltam professores, goteiras e uma série de outros decisivos senões da administração pública escolar.

 

Convite à leitura:  que tal clicar  no link do MEC, à esquerda na tela? Dispensar alguns minutos para entender os  porquês e as incoerências encontradas na educação deixará o leitor mais consciente, mais bem informado e, sobretudo amparado para cobrar, queixar e sugerir providências ligadas à educação pública do seu município - e, se a partir de hoje puder, olhe com mais atenção ao funcionamento, à aparência do prédio escolar das instituições públicas que funcionam no bairro onde você reside.

 

Quem sabe assim, sob a mira do leitor, algumas mudanças possam acontecer?

 

Até a próxima!



Escrito por Doralice Araújo às 08h30
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Emudeceram o cartunista GLAUCO

Triste madrugada do dia  12 de março. A violência social com os seus tentáculos absurdamente invasivos fez mais  vítimas. O cartunista GLAUCO foi violentamente assassinado nesta madrugada, segundo nota do UOL Notícias. Estava em casa, junto da família. Com ele também a violência levou o riso, o traço, a ironia que nos faziam sorrir. É preciso reagir coletivamente aos arroubos da violência. Ela não vitimou apenas o cartunista, presença constante na Folha de S.Paulo, mas também o  jovem filho do talentoso cartunista.

 

Coloco-me no lugar do cartunista; ninguém merece morrer assim. Faça-se a justiça: reclame, prezado leitor; replique nas redes sociais a indignação de cidadão desprotegido.

 

No Twitter a página  mantida pelo Marcelo Katsuki  há uma foto recente do cartunista, feita pelo Otávio Dias de Oliveira (Folha Imagem); confira à esquerda na minha lista de links.

 

Até a próxima!



Escrito por Doralice Araújo às 08h35
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Providências para qualificar as condições de leitura e escrita

(http://www.temmais.com/UpLoad/Blog/denisecorrea/Editor/leitura.jpg)

O leitor Valdir Macenco adverte - veja abaixo a transcrição do comentário deixado por ele na postagem anterior -  sobre as más condições de leitura e escrita dos jovens, apesar da intensa movimentação interativa na internet. Cita os resultados obtidos em testes, inclusive dos feitos pelos colegas professores.  Tem razão.

 

"(...) o jovem de hoje é muito antenado, vive cheio de novidades, ouve musica, assisti TV, usa computador, msn, twitter, etc e tal e sempre sabe de algo diferente, mas as vezes mal sabe ler e escrever direito, vejo isso com alguns jovens que conheço. O que fazer? qual a solução para o ensino nas escolas que cada vez se deteriora mias? professores com notas baixas em testes realizados, muitos são mal preparados, mal pagos e quem sofre é a população, o governo deveria dar mais condições e melhor e muito o ensino."

 

Ler, prezado leitor, é essencialmente atribuir sentidos ao que  se avista através das várias formas de linguagem; muitas vezes a informação está ali, na frente do camarada e ele não consegue decodificá-la. Na escrita os entraves são ainda maiores.

Fazer o quê?

1º- Preparar melhor os mediadores da leitura, sobretudo os professores dos primeiros anos escolares.

2º- Pais e familiares  necessariamente precisam oferecer  o bom exemplo.

3º- Maior número de campanhas de disseminação da leitura e incentivo permanente à escrita, sob todas as formas.

4º- Menor concessividade ao desleixo, tanto no que diz respeito à apreensão dos informes advindo com a leitura, quanto à redação que se avista na escola, nos ambientes de trabalho e também na internet.

5º- Criação de espaços públicos de leitura bem estruturados.

 

Na prática as providências, se articuladas, compreenderiam os esforços no interior da família, compromisso educativo da escola, revisão curricular das licenciaturas( que formam profisionais ao ensino) e incessantes campanhas governamentais e privadas de incentivo à prática da leitura e da escrita. O resultado, aos poucos, seria observado, mas quem se dispõe a dar o primeiro passso?

Perguntas ao leitor:

> Você conhece famílias que através do exemplo incentivam práticas efetivas de leitura e  escrita?

> Participou, visitou ou conhece profissionalmente escolas, faculdades e ambientes bem qualificados à formação docente?

> Já foi alvo, participou e constatou a eficiência das campanhas de incentivo à leitura?

> Já visitou a biblioteca da escola onde seus filhos estudam?

> Costuma frequentar bibliotecas públicas?

 

O assunto rende bastante, concorda comigo? Voltaremos a cada uma das questões acima, principalmente se a interação com a postagem de hoje estabelecer interesse junto ao leitor.

 

Até a próxima!

 

 



Escrito por Doralice Araújo às 09h46
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Observar e perguntar: âncoras do aprendizado ilimitado

Quem tem filhos, irmãos, netos, sobrinhos, amigos ou alunos pequenos sabe que as atitudes de observarperguntar são extremamente enriquecedoras na existência . Quem observa, mira bem certeiramente no foco e indaga em busca dos porquês deseja abrir a capa de obscuridade das coisas, dos informes, dos mistérios, das contradições, entre outras contingências, concorda comigo? Crianças, jovens e adultos estimulados à  essa dupla de atitudes sempre conseguem filões espetaculares de compreensão sobre grande número de informes, pessoas, instituições e contingências

  

Lamento constatar uma onda de desestímulo à curiosidade, sobretudo no interior das escolas. Aluno curioso pergunta, pesquisa, vai adiante buscando soluções. Mais tarde, salvo exceções em consequência do patrulhamento externo ou mordaça voluntária, será um adulto, um profissional com a cabeça arejada. Saberá que a vida é uma sucessão de ais e ufas, mas que encontrar obas dependerá dele.

Que tal arriscar uma pergunta para interagir com a postagem de hoje, prezado leitor? Buscarei a resposta. Trarei links , indicações de impressos e depoimentos dos  especialistas no assunto, colunistas receptivos à verdade dos fatos, blogueiros atuantes e leitores atentos com os quais costumo trocar ideias. Fique à vontade, desde que as questões não ultrapassem a necessária porta indicativa do bom senso, as postagens futuras trarão as respostas.

 

Tenho certeza de que a nossa conversa aqui poderá render bastante; está disposto? Interaja.

 

Sugestões para ler e ficar satisfeito com o tempo dispendido nesta página:

 

>A curiosidade premiada, Fernanda Lopes de Almeida , publicado pela Ática - excelente livro  para crianças leitoras.

> O diário de um juiz, blog do Carlos Zamith Junior (clique na  lista de links à esquerda)

 

Até a próxima!



Escrito por Doralice Araújo às 09h25
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Johnny Alf 

Todos os  grandes jornais brasileiros publicaram nota sobre a morte e a solidão do compositor e intérprete Johnny Alf. Li com avidez as entrelinhas dos informes e tenho uma queixa:  a imprensa, exceto  nota  anterior de O Globo, apenas informa sobre os bastidores tristes dos artistas enfermos, quando não se pode fazer mais nada , exceto ir ao velório ou conservar o remorso pela ignorância dos fatos.

 

(Imagem reproduzida do blog Sovaco de Cobra, no UOL)

 

Você conhece os versos de Eu e a Brisa? Lindos; passe os olhos sobre eles e talvez consiga perceber a solidão do compositor. Na minha casa, ainda em Belém,  a melodia dessa composição contagiava as manhãs de sábado, quando meu irmão mais velho colocava o disco( bolachão) na eletrola. Aprendi a gostar da turma  precurssora da bossa-nova e acolher com ouvidos atentos os ótimos exemplos da MPB.

 

Ah! se a juventude que esta brisa canta
Cm7 F7/9- A#7+
Ficasse aqui comigo mais um pouco
Dm7 G7/9- C7+
Eu poderia esquecer a dor
Gm7 F7+
De ser tão só prá ser um sonho
A#-6b F7+
Dai então quem sabe alguém chegasse
Cm7 F7/9- A#7+
Buscando um sonho em forma de desejo
Dm7 G7/9- Em7 Am7/9 Am Am7+ Am
Felicidade então prá nós seria
F7+ Bm7 E7 Am Am7b
E , depois que a tarde nos trouxesse a lua
Am6b B7/9+ Em Em7
Se o amor chegasse eu não resistiria
C#7/9+ F#7 Bm Bm7b G7 C7
E a madrugada acalentaria a nossa paz
F7+ A#-6b F7+
Fica, oh brisa fica pois talvez quem sabe
Cm7 F7/9- A#7+
O inesperado faça uma surpresa
Dm7 G7/9- C7+
E traga alguém que queira te escutar
Gm7 F7+ (A7+)
E junto a mim queira ficar

 

Lamentei, prezado leitor, saber dos dias tristes vividos pelo compositor; sem familiares próximos e preso às consequências da enfermidade que o vitimou.

 

Até a próxima!

 

 



Escrito por Doralice Araújo às 08h15
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José Mindlin descansou, mas ficou a ideia

 

(Imagem reproduzida da internet)

José Mindlin descansou fisicamente ontem, mas a espetacular paixão que ele tinha pela leitura continua nos que sabem do poder incalculável da leitura.

Adquirir livros, conhecer o conteúdo que eles encerram, mas não deixar que estes impressos fiquem parados, estéreis e distantes dos olhares ávidos pelo conhceimento. Disponibilizar leituras, incentivar a benemerência e manter atitude incentivadora  é o legado  composto pelas lições  deixadas por José Mindlin.

Sugestão: não deixe livros parados em casa; entregue-os em doação às bibliotecas públicas, porque a maneira mais solidária de compartilhar informes é deixar em ambiente público.

Até a próxima!

 



Escrito por Doralice Araújo às 08h36
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Microblog, leitores e interação

 

Sumiço da página. É o que faz um blogueiro quando a interação anda escassa. No meu caso, além das férias, encontrei muito prazer em criar um microblog no Twitter(veja link ao lado, à esquerda), porque a interação é imediata e as facilidades de edição, ainda maiores, mesmo com o limite máximo de 140 caracteres a cada twuitada.

Vou ver se mantenho ainda tenho pique para esta página...

 

Até a próxima!



Escrito por Doralice Araújo às 10h25
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Resoluções para 2010

 Planejar é uma atitude altamente recomendável; algumas pessoas duvidam da eficiência do plano e olham apenas ao que nele acontece como um acidente, uma interferência. Penso que é preciso examinar as vantagens de bem planejar, sempre.

 

 

Atitudes intempestivas não combinam com segurança e, com o passar do tempo, aprendemos que planejar é sempre prever perigos, desvios e surpresas nem sempre alegres.

 

Já li a coluna Defesa do Consumidor, da Maria Inêz Dolci ( FSP, 9 de jan.);  clique no link  ( à esquerda) e também aprecie as ótimas dicas de hoje.

 

Até a próxima!

 



Escrito por Doralice Araújo às 06h50
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