Meu Perfil
BRASIL, Sul, Mulher, Portuguese, French, Arte e cultura, Informática e Internet
MSN -



Histórico


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 Blog do Lelê
 Comes &Bebes
 Cultura e Crítica
 O Liberal
 Terra
 NOVO EM FOLHA
 SALMONELAS
 NA MIRA DO LEITOR
 Portal da TV Cultura do Pará
 BLOG DA GAZETINHA
 Ruth Rendeiro, Belém e suas histórias
 Sérgio Bastos
 JBosco caricaturas
 Blog Na Cozinha
 5ª Emenda-Juvêncio Arruda
 Espaço Aberto, do Paulo Bermeguy
 Encontros Marcados com a Redaçao
 Este blog é minha rua
 Notícias da Amazônia
 Blog do Jeso
 Marjean Monte
 Alenquer
 Blog do Hiroshi Bogéa
 Miriam Salles
 Boteco Escola
 edublogosfera


 
PARCEIRAS INFALÍVEIS : A LEITURA E A ESCRITA, por Doralice Araújo


Comentário no Painel do Leitor

Em linhas gerais o comentário  que enviei ontem ao PL da Folha de S.Paulo sobre as negligências ligadas ao Saresp está publicado na  extensão da coluna, na edição de hoje; a versão ampliada você poderá ler na postagem anterior.

 

Milhares de estudantes participaram dessa avaliação e ninguém sequer emitiu um reclamo publicamente; o que certamente não desagrada aos que negligenciaram na preparação da prova. Depois, quando  problemas ainda maiores surgem no cenário educacional brasileiro a chiadeira é geral. É preciso participar mais e expressar a indignação acerca do que de fato prejudica o andamento eficiente das situações coletivas.

Até a próxima!



Escrito por Doralice Araújo às 07h47
[] [envie esta mensagem] []



Negligências inconcebíveis e atenção redobrada na correção do Enem 

 

 

Você ficaria sossegado se encontrasse folha ausente ou de disciplinas misturadas, incompatibilidade entre a página de perguntas e a de respostas, ilustração fora de lugar e confusões nas indicações de uma prova? Pois os estudantes paulistas, segundo Exame para 2,5 milhões de alunos apresenta falhasFolha online, 19/11/2009), tiveram que ficar conformados e fazer o Saresp, exame que avalia  os resultados educacionais do estado. A avaliação, remarcada por falhas anteriores, apresentou todos esses descuidos de revisão. É um exemplo isolado, mas vale atentar ao tema, pois ele configura outros desdobramentos nacionais.

 

Organizar uma prova e não deixar nada faltando é uma obrigação de quem assume o compromisso com exames de qualquer natureza; será que alguém explicará a razão dessa negligência no teste paulista? vem ai também a correção das redações do ENEM e o INEP abriu as inscrições para corretores, agora prorrogadas até o próximo dia 22/11; outro tema que as escolas, os candidatos inscritos e seus pais deve exigir transparência e seriedade, uma vez que serão corrigidas online.

 

Você tem parentes que participaram do SARESP ou que estejam inscritos no ENEM? Recomendo-lhe ficar  atento a todos os itens que envolvem a preparação, aplicação e correções desses exames públicos.

Até a próxima!

  



Escrito por Doralice Araújo às 06h47
[] [envie esta mensagem] []



Edublogs e páginas educativas nos jornais impressos 

A página que mantenho no portal online da Gazeta do Povo foi uma das indicadas pela revista Carta na Escola, na edição de setembro deste ano. Fiquei contente com o destaque, que referenda evidentemente o trabalho desenvolvido. Para  divulgar o feito  de professora e edublogueira reproduzo a imagem da página, feita pela colega professora de biologia e blogueira Miriam Salles,  também citada na reportagem de André de Oliveira, cujo edublog recomendo à leitura. Para tal basta que você faça uma busca nos links  à esquerda da tela- e se conseguir um tempo percorra todos as páginas de conteúdo educacional indicados pelo colega professor Jarbas Novelino, do Boteco Escola , que forneceu dicas das páginas à revista.

 

 

 

 

 

Estou acompanhando a página SABER, que aparece na edição de segunda - feira, na FOLHA, mas infelizmente anda não consegui muita satisfação, porque os informes são frios, distanciados das vivências escolares.

 

Penso que as próximas páginas dessa seção, indigente na maioria das revistas e jornais, poderiam dar voz aos professores na ativa, mas não aos que certamente nunca alfabetizaram alguém ou que apenas conhecem a realidade estampada nos livros ou , a partir dos resultados das pesquisas ou informes  acadêmicos. Já comentei com o ombudsman da FSP, o jornalista Carlos Eduardo Lins e Silva  e , saiba o leitor, que ele concorda inteiramente com as minhas objeções e sugestões. A Gazeta do Povo mantém um suplemento mensal denonimado  Educação e Ensino, além de  uma página semanal sobre Educação; tenho ficado satisfeita com o informes  que  aprecio recentemente no jornal. 

Até a próxima! 



Escrito por Doralice Araújo às 07h08
[] [envie esta mensagem] []



ENADE: conteúdo manipulado ideologicamente?

Li em nota do dia 10, no jornal O Globo e, também, hoje na Gazeta do Povo observações críticas sobre a  manipulação ideológica em algumas questões do ENADE, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, voltado aos universitários e às suas instituições. Coisa séria, muito mais séria do que saber quem beijou quem, ou vestiu uma roupa curta ou ficou despido para ficar solidário com uma das possíveis capas de revista masculina. 

 

Não vi nada sobre o assunto na Folha; lamentável, porque as notícias sobre Educação merecem atenção redobrada. Já basta o incidente histórico que aconteceu com o ENEM neste ano; o assunto rende investigação, análise de especialistas desvinculados ao governo federal e que saibam manter isenção corporativa , além de opinião incisiva sobre as evidências dessa "manipulação". Não é por menos que a Unicamp não aderiu  ao exame e soube muito bem driblar, em razão do seu calendário acadêmico deste ano, qualquer vínculo com o resultado do Enem.

 

Busquei ainda agorinha a possibilidade de ler a prova, no site do MEC, mas não encontrei nada. O link para o Inep, que organiza a avaliação está ai; http://www.inep.gov.br/superior/enade/ .  Acompanhe e tire as suas conclusões, também. Penso que logo após a aplicação de exames públicos o conteúdo dessas avaliações deveria ficar disponível aos leitores, independente da vinculação que tenham com as instituições educacionais ou empresas jornalísticas. No ano passado, muitas instituições universitárias ofereceram incentivos financeiros aos seus estudantes, porque dependendo do resultado as empresas educacionais recebem incentivos e liberações diversas, como autorização para funcionamento de novos cursos. O assunto é vasto e cheio de descaminhos do projeto original, o antigo Provão. Sou professora e quero ver a prova do Enade - e você leitor?

Conhece alguém que tenha feito a prova? Ouviu algum comentário?

Até a próxima!



Escrito por Doralice Araújo às 07h34
[] [envie esta mensagem] []



Bolsa Celular?

Vigoram outros planos governamentais, mas agora vem  ai ainda nesta semana para a análise do presidente Lula o Bolsa Celular. Nessa jogada pré-eleitoreira entram  evidentemente as operadoras de comunicação, que oferecem gratuitamnete ao beneficiado um aparelho celular e um crédito mensal de R$7,00 . Entra na jogada a isenção do pagamento da taxa de fiscalização, a conhecida Fistel. Segundo nota de hoje na Gazeta do Povo com  dados de O Globo " as  empresas acharam interessantes a iniciativa" - e  vai aqui uma pergunta? Quem não acharia? Não duvido muito e logo virá o Bolsa Internet.

Até a próxima!



Escrito por Doralice Araújo às 07h14
[] [envie esta mensagem] []



Páginas educacionais em jornais

O tema educação está em todos os lugares;  quem não percebe a importância das reflexões sobre as práticas educativas oficiais ou não certamente não está atento à vida.

 

Diante do meu envolvimento profissional com práticas educativas sempre busco nas revistas e, principalmente, nos jornais os temas ligados à educação - e foi muito interessante ler a boa notícia na Folha De S.Paulo de hoje: a partir de amanhã, segunda-feira, o jornal editará uma página intitulada Saber. Fiquei bem animada e até enviei um comentário ao Painel do Leitor. Mesmo que não seja editado no jornal impresso ou na extensão online da seção você poderá ler abaixo o texto integral.

Felizmente a Folha toma providências e inaugura uma página educacional; sem dúvida uma boa notícia. Temas educacionais sempre receberam um bom trato jornalístico, mas faltava um tempero extraído das vivências no interior das escolas. Espero que o espaço não estabeleça limites quanto às experiências
públicas e privadas e oportunize ao leitor divisar o panorama real do que de fato acontece nas escolas, ou seja, práticas exemplares, dificuldades e, sobretudo, as contradições. Aprender com os erros é sempre melhor do  que manter o silêncio
.

O que você achou? Concorda comigo? Faz objeções?

 

Até a próxima! 



Escrito por Doralice Araújo às 11h10
[] [envie esta mensagem] []



Assuntos amazônicos

Temas amazônicos sempre despertam em mim grande comoção; estou distanciada geograficamente da região nortista, mas acompanho a oscilação do interesse dos que vivem em regiões distintas sobre a exuberante Amazônia.

 

Ao lado o leitor poderá avistar vários blogs que informam e ilustram o cenário nortista; basta clicar, por exemplo, no Sérgio Bastos, no JBosco, no Espaço Aberto, entre outros. 

 

Até qualquer hora!



Escrito por Doralice Araújo às 07h36
[] [envie esta mensagem] []



Continuar ou parar?

 

Quem alimenta um blog infalivelmente se perguntará, diante do silêncio dos leitores: "Paro ou continuo?"

 

Estou seriamente tentada a parar, porque tenho necessidade de interação com o leitor, mas esta página anda muito sem visitação e, mais ainda sem leitores para trocar uma prosa. Sinto que mais parece um espaço, sempre de portas abertas, mas as pessoas passam, olham e seguem adiante. Talvez o produto oferecido não estimule qualquer interesse. Acho prudente repensar um pouco as prioridades temáticas. 

 

Caso tenha alguma ideia em mente, por favor, apareça e compartilhe comigo; não escreverei abaixo a costumeira despedida de " Até a próxima! ", porque talvez ela nem surja mais.

 



Escrito por Doralice Araújo às 07h36
[] [envie esta mensagem] []



Concessões sem mérito

 

A manchete da Folha de S. Paulo de hoje teve o dom de exercer uma provocação em mim ; veja lá, prezado leitor, o que você pensa quando lê:  Em meio à crise, Lula dá rádio a filho de Renan? Os políticos não percebem a necessidade do mérito; basta desejar e vão lá, abocanham o que desejam e, se por acaso surge algum impedimento terminam por conseguir uma brecha em direção à concessão do que aspiram com a ajuda dos seus cupinchas. Os exemplos são históricos; aprendemos a vê-los durante a concessão das capitanias hereditárias e eles foram tão bem aceitos que a prática de favorecimento aos parentes ganhou o olhar complacente do cidadão.

 

Para mim não há outro remédio diante dessa falta de senso de justiça: o troco nas urnas; se depender de mim ninguém se reelege - e, você, vai proporcionar o bem e o bom-bocado aos que militam na política municipal, estadual e federal? Pense bem.

 

Até a próxima!



Escrito por Doralice Araújo às 09h27
[] [envie esta mensagem] []



Sem o selo de qualidade educacional

No editorial Reaprender a ensinar ( Folha, 11 de agosto) ficou, infelizmente de fora a ênfase à necessidade de uma ampla pesquisa nos cursos de Pedagogia, requisito legal para que o licenciado seja contratado para ministrar aulas às crianças, tanto da pré-escola quanto das primeiras quatro séries do ensino fundamental. É uma hipótese, mas a prática mostra que ela deverá confirmar o que de fato coloca a perder a educação de qualidade no Brasil. Sem formação suficiente, sobretudo com relação à orientação de leitura e escrita, o professor das primeiras séries escolares fará arranjos, improvisações e contribuirá para esse passinho de tartaruga no qual estamos até hoje no quesito educação.

 

 

Não sei se o leitor sabe, mas a partir da 5ª série do ensino fundamental o estudante recebe orientação de professores licenciados em disciplinas específicas, tais como Matemática, Física, Língua Portuguesa, História, Educação Artística e por ai vamos. Há em tese especificidade no conhecimento, no preparo e na atuação em sala de aula, mas a realidade nem sempre está sincronizada com a teoria. Muitos não dominam com maestria a matéria e levam na improvisação as aulas. O prejuízo é visto, sobretudo na travessia de um nível para o outro, ou seja, do ensino fundamental para o médio e deste para o universitário, quando o  estudante, sobretudo egresso da escola pública, tenta um vestibular concorrido e não consegue ser aprovado, exceto quando as  famigeradas cotas entram em ação, mas neste ponto a conversa é outra. De nada adiantarão as aulas de didática se a formação teórica específica não alimentar a atividade docente. Sem teorias e reflexões criteriosas a prática docente não passará de improvisãção educacional - e desta o país está farto.

 

 Será que o leitor tem viva a lembrança dos  seus professores que de fato ensinavam bem? Eu tenho e posso citar seus nomes com orgulho e saudade de aluna agradecida: Aurélia Duarte, Celina Tobias Bentes da Silva, Noêmia Frazão, Tomásia Fernandes( nos primeiros anos de escola), Artur Bogéa( no curso de Magistério), Meirevaldo e Margarida Paiva, Vilma Cruz e Leopoldina Araújo( na graduação em Letras, na Ufpa) ,  Ezequiel Teodoro da Silva , Rubem Alves, Newton Balzan, Evaldo Vieira e  Eni Orlandi entre outros( na pós-graduaçao, na Unicamp), todos como o leitor pode comprovar na boa e antiga escola pública de décadas anteriores.

 

Até a próxima!



Escrito por Doralice Araújo às 09h35
[] [envie esta mensagem] []



Mãe & Mestra

 

Hoje boa parte do Folhateen, encartado na Folha, está bem interessante e não vou negar que a reportagem Mae & Mestra prendeu logo a minha atenção de leitora exigente. Gostei. Talvez por exercer as  duas funções e reunir experiências semelhantes com as vividas pelos personagens da reportagem.

Até a próxima!



Escrito por Doralice Araújo às 11h20
[] [envie esta mensagem] []



O desconhecimento da realidade brasileira

O desconhecimento das peculiaridades das várias regiões brasileiras pelos que aqui nascem e vivem não me deixa apreciar satisfatoriamente a reportagem “Nas salas de aula do mundo”, de Mariana Bergel( FSP, Folhinha, 8 de agosto). Explico mais: crianças do Sul e Sudeste não sabem exatamente como vivem as do Norte, Nordeste e Centro - Oeste. Regidas por climas e contingências diferentes o conhecimento das crianças brasileiras sobre uma das outras é certamente incipiente. Talvez a Folhinha, que presta um inegável serviço à criança brasileira, deva olhar mais para o território nacional e com a ajuda dos seus correspondentes locais fazer uma radiografia da criança nos ambientes escolares Brasil afora – e depois compará-la com as de outras nações.

 

Fica a observação e a sugestão, afinal para quem conhece as regiões brasileiras e sabe da imensa diversidade de condições não consegue ver sentido em aprender primeiro o que há  no exterior, concorda comigo, prezado leitor?

Você recorda das notícias da pequena e escondida cidade de Barra do Chapéu, quando as crianças mostraram resultados surpreendentes na Prova Brasil? Foi um exemplo espetacular. Ganhou as páginas dos jornais e revistas de grande circulação e foi até assunto de prova de vestibular, aqui no Paraná. Sabe lá quantas boas histórias não deixaram de ser contadas porque pouco se olha para o interior do Brasil? Há um olhar de estrangeiro na maioria das matérias sobre a realidade brasileira.

 

Eu sou da Amazônia, moro há anos no Sul e Sudeste e ao voltar à região Norte sinto enormes diferenças na qualidade da informação, por isso gosto de textos que trazem a cor local, o que os competentes correspondentes das revistas e dos jornais saberão elaborar melhor, porque estão mergulhados na realidade local.

 

Até a próxima!

 

 



Escrito por Doralice Araújo às 09h47
[] [envie esta mensagem] []



Ocorrências nauseantes no Senado Federal

 

Sou professora de Redação e costumo realizar uma seleção criteriosa dos textos publicados na Folha de S.Paulo. A finalidade? Disseminar informações e apontar aos meus alunos acertos comunicativos e, sobretudo o bom uso dos recursos textuais. Pois bem, vez por outra recorro à coletânea para rever a história dos acontecimentos da cena política, tema arroz com feijão no noticiário. Hoje recupero um excerto de Cadeira ou caldeirão, de Eliane Cantânhede(FSP, Opinião, 19/6/2007); veja lá, prezado leitor:

 

“A história recente adverte: presidir o Senado faz mal à saúde. No mínimo, atrai urucubaca (toc,toc,toc). No máximo, o presidente fica exposto e, se tem o rabo preso, a coisa pode ficar feia.

Os últimos presidentes do Senado estiveram, em maior ou menor grau, enrolados com suspeitas e denúncias, enquanto ocupavam a cadeira ou logo depois de saírem dela.”

 

 

( Com autorização do autor: http://jboscocartuns.blogspot.com/)

 

 

  

A colunista da Folha continua acertando todas; o texto é de dois anos atrás, mas continua atualíssimo, porque mudam os personagens, mas as ocorrências nauseantes são as mesmas, concorda comigo, prezado leitor?.



Escrito por Doralice Araújo às 23h25
[] [envie esta mensagem] []



Teimosia dispensável

 

Aponte, prezado leitor, um argumento que justifique convincentemente a teimosia de José Sarney. Ficar na presidência do Senado, sob a indignação coletiva faz até mal a uma pessoa de idade avançada. Um mínimo de auto-estima seria esperado, concorda comigo?



Escrito por Doralice Araújo às 18h04
[] [envie esta mensagem] []



Recesso apenas da sala de aula

Atividades educativas podem ser levadas adiante se bem monitoradas; portais educacionais têm condições de enviar aos alunos exercícios e, assim, não deixá-los absolutamente sem o que fazer. Mais cedo ou mais tarde a ausência da rotina escolar fará falta. Não há filme, tevê, leitura ou brincadeira que supere a sempre bem-vinda convivência estudantil. Crianças e jovens sentirão falta - e os pais e responsáveis precisarão descobrir e inventar novas maneiras de entreter a garotada.

( Do blog http://waldezcartuns.blogspot.com)

 

Aqui na minha casa há muito para ler e  o aluguel de filmes na locadora  ajudam a passar melhor o tempo livre com boas e descontraídas informações, mas já ouvi um reclamo adolescente que encerrava um " tomara que esse recesso acabe logo, porque já estou com saudade das aulas."

E ai na sua casa, prezado leitor? Como tem sido a rotina dos estudantes?



Escrito por Doralice Araújo às 10h57
[] [envie esta mensagem] []




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]